A Embratur dispõe de um serviço chamado "Brasil Direto" com atendimento em português para telefonia
12/01/2005
Com o serviço chamado "Brasil Direto" é possível ligar para o Brasil, à cobrar, de qualquer telefone, inclusive públicos.
Para acessar o serviço, é só ligar para os números abaixo, conforme a localidade:
Estando na(o):
Àfrica do Sul - 0800- 99-0055
Alemanha - 0800- 080-0055
Angola - 080-8551
Argentina - 0800-999-5500
Argentina - 0800-555-5500
Argentina - 0800-999-5503
Australia - 1800-88-1550
Bélgica - 0800-10-055
Bolívia - 0800-0055
Canadá - 1800-463-6656
Chile - 800-800272
Chile - 800-360-220
China - 108-550
Cingapura - 800-0550-550
Colômbia - 98-095-500-10
Coréia do Sul - 00-722-055
Coréia do Sul - 00-309-551
Costa Rica - 0800-055-1055
Dinamarca - (1) 800-100-55 (1) Das Ilhas Faroe, somente chamadas a cobrar
Equador - 999-177
Espanha - (2) 900-99-0055 (2) Inclui Baleares, Canárias, Ceuta e Melilla
Estados Unidos - (3) 1800-283-1055 (MCIWORLDCOM) (3) Inclui Alasca, Havaí, Porto Rico
Estados Unidos - (3) 1800-809-2292 (MCIWORLDCOM) Ilhas Virgens Americanas, Guam
Estados Unidos - (3) 1800-344-1055 (AT&T) Ilhas Marianas do Norte
Estados Unidos - (3) 1800-745-5521 (SPRINT)
Filipinas - 105-255
Finlândia - 0800-11-0550
França - 0800-99-0055
Grécia - 00-800-5511
Holanda - 0800-022-0655
Hong Kong - 800-96-0055
Hungria - 068-000-5511
Israel - 1800-9494-550
Israel - 1800-9205-555
Itália - (4) 172-1055 (4) Inclui San Marino e Vaticano
Japão - 0066-55-055
Japão - 0044-11-551
Japão - 0053-9551
Luxemburgo - 0800-0055
México - 01-800-123-0221
Cancun - 00-800-552-1000
Mônaco - 800-90-055
Nicarágua - 163
Noruega - 800-195-50
Nova Zelândia - 000-955
Panamá - 175
Paraguai - 008-55-800
Peru - 0800-501-90
Polônia - 0*0800-55-11-100 (* aguardar novo tom de discagem)
Portugal - (5) 800-800-550 (5) Inclui Açores e Madeira.
Reino Unido - 0800-89-0055
Rússia - 81-0800-110-1055
Suécia - 020-799-055
Suiça - 0800-55-5251
Taiwan - 0080-55-0055
Uruguai - 000-455
Venezuela - 800-11-550
OBSERVAÇÕES:
Em alguns países, há necessidade de colocar moeda ou cartao para obter o tom de chamada.
Depois de discado um dos números acima selecione "1" para português ou "2" para inglês.
Tecle "1" para ligações automáticas à cobrar; digite o código da cidade no Brasil + número do telefone.
Tecle "3" para ligações com auxílio do operador.
Indicamos: Planeta Viagem
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Turismo pode crescer além do esperado
Turismo pode crescer além do esperado
12/06/2004
Segundo Mares Guia, o bom desempenho da economia nos três primeiros meses do ano, divulgado na semana passada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) – com crescimento de 2,7% do PIB, acima das expectativas do mercado –aumentou ainda mais o otimismo do setor.No primeiro quadrimestre de 2004, o Brasil recebeu 1,95 milhão de passageiros em desembarques internacionais. O número é 17% maior em relação ao mesmo período do ano passado, quando 1,66 milhão de pessoas desembarcaram no país, segundo dados da Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária), divulgados nesta quinta-feira (03), em Brasília, durante a 5.ª Reunião do Conselho Nacional de Turismo.
O aumento do número de desembarques internacionais refletiu positivamente no ingresso de dólares. De acordo com o Banco Central, nos quatro primeiros meses do ano, os gastos em viagens internacionais no Brasil somaram US$ 1,12 bilhão, contra US$ 774 milhões entre janeiro a abril de 2003 – um aumento de 45,87%.
Segundo o ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia, o bom desempenho da economia nos três primeiros meses do ano, divulgado na semana passada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) – com crescimento de 2,7% do PIB, acima das expectativas do mercado – aumentou ainda mais o otimismo do setor. “Eu sempre falei que o turismo poderia crescer 7% a 8% este ano, mas o cenário macroeconômico mostra que é possível crescer além do esperado”, disse. De fato, o aquecimento do turismo é animador, mas a criação de empregos no setor – uma das principais metas do Plano Nacional de Turismo (PNT) – ainda depende da oferta de crédito. “Precisamos investir R$ 18 bilhões nos próximos quatro anos para gerarmos 1,2 milhão de empregos”, alertou Mares Guia.
Durante a reunião, representantes do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia, todos membros do Conselho Nacional de Turismo, apresentaram um balanço dos financiamentos realizados no setor, apontando as principais dificuldades e as perspectivas futuras para a realização de negócios. E o que se viu não é nada animador. Em 2003, apenas 16% dos R$ 1,79 bilhão ofertados em linhas de crédito foram utilizados pelos empresários. “O turismo ainda não é prioridade entre os bancos. As linhas precisam se adequar às especificidades do setor”, declarou o presidente da Associação das Empresas de Parques de Diversões do Brasil (ADIBRA), Alain Baldacci.
Recuperação
O fraco desempenho dos financiamentos no ano passado já dá sinais de recuperação em 2004. Até abril deste ano, a Caixa Econômica Federal aplicou R$ 45 milhões no turismo, contra R$ 90 milhões durante todo o ano de 2003. Já o Banco do Nordeste (BNB), que aplicou R$ 79,7 milhões no ano passado, já investiu R$ 83,1 milhões somente nos quatro primeiros meses deste ano. Quanto ao BNDES, foram aplicados R$ 12,3 milhões entre janeiro e abril, contra R$ 74,1 milhões em 2003.
A informalidade e a alta taxa de inadimplência, principalmente no setor hoteleiro, ainda são os maiores obstáculos encontrados pelos empresários na hora de realizar um financiamento. Por outro lado, a modesta divulgação das linhas e a burocracia dos bancos são apontados pelas empresas como os principais problemas para a falta de investimento no turismo. Mares Guia já iniciou uma política de aproximação entre os empresários e os agentes financeiros para superar qualquer obstáculo que possa ameaçar o crescimento do setor. Na última quarta-feira (02), o ministro discutiu os problemas com os presidentes dos bancos numa reunião que contou com a presença do presidente Luís Inácio Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Antônio Palocci. “Tive apoio dos bancos. Em pouco tempo vamos superar tudo isso”, garantiu. O ministro voltou a tratar do assunto, nesta sexta-feira, durante reunião ministerial.
Por: Eric Alves
12/06/2004
Segundo Mares Guia, o bom desempenho da economia nos três primeiros meses do ano, divulgado na semana passada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) – com crescimento de 2,7% do PIB, acima das expectativas do mercado –aumentou ainda mais o otimismo do setor.No primeiro quadrimestre de 2004, o Brasil recebeu 1,95 milhão de passageiros em desembarques internacionais. O número é 17% maior em relação ao mesmo período do ano passado, quando 1,66 milhão de pessoas desembarcaram no país, segundo dados da Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária), divulgados nesta quinta-feira (03), em Brasília, durante a 5.ª Reunião do Conselho Nacional de Turismo.
O aumento do número de desembarques internacionais refletiu positivamente no ingresso de dólares. De acordo com o Banco Central, nos quatro primeiros meses do ano, os gastos em viagens internacionais no Brasil somaram US$ 1,12 bilhão, contra US$ 774 milhões entre janeiro a abril de 2003 – um aumento de 45,87%.
Segundo o ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia, o bom desempenho da economia nos três primeiros meses do ano, divulgado na semana passada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) – com crescimento de 2,7% do PIB, acima das expectativas do mercado – aumentou ainda mais o otimismo do setor. “Eu sempre falei que o turismo poderia crescer 7% a 8% este ano, mas o cenário macroeconômico mostra que é possível crescer além do esperado”, disse. De fato, o aquecimento do turismo é animador, mas a criação de empregos no setor – uma das principais metas do Plano Nacional de Turismo (PNT) – ainda depende da oferta de crédito. “Precisamos investir R$ 18 bilhões nos próximos quatro anos para gerarmos 1,2 milhão de empregos”, alertou Mares Guia.
Durante a reunião, representantes do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia, todos membros do Conselho Nacional de Turismo, apresentaram um balanço dos financiamentos realizados no setor, apontando as principais dificuldades e as perspectivas futuras para a realização de negócios. E o que se viu não é nada animador. Em 2003, apenas 16% dos R$ 1,79 bilhão ofertados em linhas de crédito foram utilizados pelos empresários. “O turismo ainda não é prioridade entre os bancos. As linhas precisam se adequar às especificidades do setor”, declarou o presidente da Associação das Empresas de Parques de Diversões do Brasil (ADIBRA), Alain Baldacci.
Recuperação
O fraco desempenho dos financiamentos no ano passado já dá sinais de recuperação em 2004. Até abril deste ano, a Caixa Econômica Federal aplicou R$ 45 milhões no turismo, contra R$ 90 milhões durante todo o ano de 2003. Já o Banco do Nordeste (BNB), que aplicou R$ 79,7 milhões no ano passado, já investiu R$ 83,1 milhões somente nos quatro primeiros meses deste ano. Quanto ao BNDES, foram aplicados R$ 12,3 milhões entre janeiro e abril, contra R$ 74,1 milhões em 2003.
A informalidade e a alta taxa de inadimplência, principalmente no setor hoteleiro, ainda são os maiores obstáculos encontrados pelos empresários na hora de realizar um financiamento. Por outro lado, a modesta divulgação das linhas e a burocracia dos bancos são apontados pelas empresas como os principais problemas para a falta de investimento no turismo. Mares Guia já iniciou uma política de aproximação entre os empresários e os agentes financeiros para superar qualquer obstáculo que possa ameaçar o crescimento do setor. Na última quarta-feira (02), o ministro discutiu os problemas com os presidentes dos bancos numa reunião que contou com a presença do presidente Luís Inácio Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Antônio Palocci. “Tive apoio dos bancos. Em pouco tempo vamos superar tudo isso”, garantiu. O ministro voltou a tratar do assunto, nesta sexta-feira, durante reunião ministerial.
Por: Eric Alves
Perfil da nossa Curitiba
Perfil da nossa Curitiba
19/07/2002
Fundada no dia 29 de março de 1693, a capital do Estado do Paraná é uma cidade de muitos encantos e para todos os gostos. Localizada junto à Serra do Mar, a cidade é um mosaico de paisagens bucólicas, típicas da vida interiorana, e de rotinas nervosas, próprias da metrópole que cresce. Graças às suas origens e ao passado recente de planejamento da expansão urbana, é que a cidade tornou-se um centro permanente de interesse.
Com um PIB de U$ 12,1 bilhões/ano e renda per capita de aproximadamente U$ 8 mil/ano, contra uma média nacional de U$ 5 mil/ano, a cidade está entre as maiores do país, tendo sido inclusive eleita como a mais atrativa para se morar no país.
Confira o contúdo desta matéria clicando em leia mais.:.
A maior parte de sua população de 1,5 milhão de habitantes é descende de imigrantes italianos, poloneses, alemães, ucranianos, japoneses, sírios e libaneses.
Reconhecida nacional e internacionalmente pelas inovadoras soluções urbanas, a cidade tem um dos mais eficientes sistemas de transporte coletivo do país.
A circulação da cidade é rápida e segura, garantida por um sistema trinário de vias, com canaletas exclusivas para o transporte coletivo e pistas para os deslocamentos velozes. Com este sistema integram-se, recentemente, as linhas diretas, uma nova opção de acesso do centro a bairros periféricos. O "Ligeirinho", como é chamado pela população, utiliza as estações tubo. O planejamento da expansão da cidade previu não apenas as obras de infra-estrutura física, mas também as obras de preservação da natureza e da memória da cidade.
Por causa de seu alto índice de área verde (55 metros quadrados de área verde por habitante) e pelo seu programa de coleta de lixo reciclável única cidade no país é considerada a Capital Ecológica do Brasil.
O atual prefeito, Cassio Taniguchi, pretende sustentar seu segundo mandato sobre três diretrizes básicas: geração de empregos, gestão compartilhada e integração metropolitana. Esta última está levando as experiências de sucesso comprovado em Curitiba para os 26 municípios que compõem a Região Metropolitana da cidade.
Hoje, Curitiba é uma cidade moderna, com uma economia baseada na existência de indústrias de transformação e beneficiamento do comércio, turismo e prestação de serviços. É uma cidade que vem desenvolvendo projetos com objetivos de uma completa integração e humanização.
Por causa dessa preocupação com o desenvolvimento social da cidade, adotou-se um slogan e uma promessa: "Curitiba a Capital Social do Brasil".
A cidade também se prepara para o futuro investindo na geração de empregos, no atendimento social e na preservação de sua identidade cultural.
Dados Geográficos
Área: 432,17 km²
Relevo: Levemente Ondulado
Clima: Temperado
Área Verde por Habitante: 55 m²
Extensão Norte-Sul: 35 km
Extensão Leste-Oeste: 20 km
Pluviosidade: 1.500 mm/ano
Temperatura Média: verão 21º C
Temperatura Média: inverno 13ºC Latitude: 25º25'48'' Sul
Longitude: 49º16'15'' Oeste
População: 1,6 milhão
Fuso horário: Brasília
Altitude Média: 908 m²
19/07/2002
Fundada no dia 29 de março de 1693, a capital do Estado do Paraná é uma cidade de muitos encantos e para todos os gostos. Localizada junto à Serra do Mar, a cidade é um mosaico de paisagens bucólicas, típicas da vida interiorana, e de rotinas nervosas, próprias da metrópole que cresce. Graças às suas origens e ao passado recente de planejamento da expansão urbana, é que a cidade tornou-se um centro permanente de interesse.
Com um PIB de U$ 12,1 bilhões/ano e renda per capita de aproximadamente U$ 8 mil/ano, contra uma média nacional de U$ 5 mil/ano, a cidade está entre as maiores do país, tendo sido inclusive eleita como a mais atrativa para se morar no país.
Confira o contúdo desta matéria clicando em leia mais.:.
A maior parte de sua população de 1,5 milhão de habitantes é descende de imigrantes italianos, poloneses, alemães, ucranianos, japoneses, sírios e libaneses.
Reconhecida nacional e internacionalmente pelas inovadoras soluções urbanas, a cidade tem um dos mais eficientes sistemas de transporte coletivo do país.
A circulação da cidade é rápida e segura, garantida por um sistema trinário de vias, com canaletas exclusivas para o transporte coletivo e pistas para os deslocamentos velozes. Com este sistema integram-se, recentemente, as linhas diretas, uma nova opção de acesso do centro a bairros periféricos. O "Ligeirinho", como é chamado pela população, utiliza as estações tubo. O planejamento da expansão da cidade previu não apenas as obras de infra-estrutura física, mas também as obras de preservação da natureza e da memória da cidade.
Por causa de seu alto índice de área verde (55 metros quadrados de área verde por habitante) e pelo seu programa de coleta de lixo reciclável única cidade no país é considerada a Capital Ecológica do Brasil.
O atual prefeito, Cassio Taniguchi, pretende sustentar seu segundo mandato sobre três diretrizes básicas: geração de empregos, gestão compartilhada e integração metropolitana. Esta última está levando as experiências de sucesso comprovado em Curitiba para os 26 municípios que compõem a Região Metropolitana da cidade.
Hoje, Curitiba é uma cidade moderna, com uma economia baseada na existência de indústrias de transformação e beneficiamento do comércio, turismo e prestação de serviços. É uma cidade que vem desenvolvendo projetos com objetivos de uma completa integração e humanização.
Por causa dessa preocupação com o desenvolvimento social da cidade, adotou-se um slogan e uma promessa: "Curitiba a Capital Social do Brasil".
A cidade também se prepara para o futuro investindo na geração de empregos, no atendimento social e na preservação de sua identidade cultural.
Dados Geográficos
Área: 432,17 km²
Relevo: Levemente Ondulado
Clima: Temperado
Área Verde por Habitante: 55 m²
Extensão Norte-Sul: 35 km
Extensão Leste-Oeste: 20 km
Pluviosidade: 1.500 mm/ano
Temperatura Média: verão 21º C
Temperatura Média: inverno 13ºC Latitude: 25º25'48'' Sul
Longitude: 49º16'15'' Oeste
População: 1,6 milhão
Fuso horário: Brasília
Altitude Média: 908 m²
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