Carnaval faz aumentar a procura por spas
14/01/2005
Busca pelo corpo ideal é a principal justificativa dos que procuram este serviço
O período de Carnaval não influencia somente o turismo e as festas regionais, outros segmentos acabam se beneficiando com a euforia dos foliões. A exemplo disso está os Spas, que oferecem tratamentos de emagrecimento até programas de beleza, meditação e saúde. A idéia é preparar o corpo para depois cair na folia. De acordo com a International Spa Association, que congrega estabelecimentos dos cinco continentes, existem hoje 18 mil spas no mundo, 1133 deles no Brasil, localizados, principalmente, na região Sul, Sudeste e Nordeste.
A adesão aos programas oferecidos por esses empreendimentos vem aumentando a cada ano. Segundo a coordenadora de marketing do Spa Engenho do Corpo, Angeli Soares, a procura por datas especiais, principalmente as que antecedem o Carnaval é significativa. “Percebemos um aumento nas reservas de 25% em nossas primeiras turmas do ano, por isso criamos atrativos específicos para este público, que busca atingir o resultado desejado antes do feriado”.– coloca Angeli.
“Carnaval é sinônimo de beleza. Porém, é muito importante estar bem consigo mesmo para agüentar todos os dias de festa”. - completa a coordenadora. O Spa Engenho do Corpo está localizado no Salinas do Maragogi Resort (AL), classificado entre os 10 melhores do Brasil. Recebe anualmente hóspedes de várias partes do país e do exterior, sempre investindo em novos tratamentos e profissionais capacitados.
Entre as novidades que o Spa oferece estão: pilates, novos tratamentos estéticos e holísticos, como os programas de reflexologia, massagens aiuvédicas, terapias em grupos e sessões de reiki e shiatsu – coordenados pelo mestre André Sahaj (terapeuta com formação na Índia). Quem optar em participar da turma pré-carnaval, que tem inicio no dia 23 de janeiro até o dia 30 do mesmo mês, vai encontrar uma programação de atividades diferenciadas, incluindo a mega festa pré-carnavalesca - “Praia da Fantasia”.
Os pacotes para o Spa incluem hospedagem, pensão completa com lanches e drinks, exames médicos, exames biométricos, anamnese, atividades físicas e recreativas e festas.
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domingo, 16 de março de 2008
2005: INDÚSTRIA HOTELEIRA DEVE INGRESSAR NA MATURIDADE
2005: INDÚSTRIA HOTELEIRA DEVE INGRESSAR NA MATURIDADE
21/12/2004
Com tantos prognósticos receosos no início de 2004, não dá para a indústria da hospedagem brasileira reclamar do ano que passou. O crescimento do país aconteceu, apesar dos agouros e mandingas dos pessimistas de plantão. Os negócios movimentaram as feiras e eventos... o governo recuou na alíquota da COFINS dentro do setor hoteleiro... os turistas desembarcaram em nosso território. Além disto, a EMBRATUR, em um trabalho inédito, conseguiu captar grandes eventos internacionais que colocam o país, definitivamente, na rota do turismo de negócios a médio e longo prazo. Deixando o perfeccionismo de lado, até para os mais céticos é impossível negar que o governo fez a sua parte para tornar o turismo uma prioridade e a reboque deixou uma grande luz para a indústria da hospedagem. Agora é a vez de 2005; os bons ventos continuarão a soprar para o próximo ano?
Quando se fala de um país como o Brasil, cuja instabilidade política insiste em ser a rotina, é sempre difícil responder sobre as perspectivas de negócios; entretanto, percebendo-se os ventos, os navegadores diriam que existem boas notícias! Os fundamentos econômicos mantiveram sua regularidade, existe uma seriedade e austeridade fiscal, as tendências de crescimento estão claramente apontadas, o desemprego começa a dar sinais de queda e já não existem dúvidas, que juntamente com o agronegócio, o turismo é prioridade para o governo. Portanto, no momento, as ondas propiciam que a indústria da hospedagem se desenvolva, até de forma mais produtiva, quando comparada aos indicadores do ano que se esvai. Nada de grandes novidades sob o aspecto de investimentos. O boom e a euforia dos anos 90 não deve se repetir. O que estava projetado como investimento até 2007 apenas ganha maior motivação por parte dos empresários, mas não se altera, significativamente, para os próximos anos. Por outro lado, o que de fato irá acontecer é que os meios de hospedagem, para o próximo ano, terão uma maior rentabilidade e suas taxas de ocupações deverão exibir números mais confortáveis aos olhos de seus acionistas, principalmente para os hotéis que se localizam na faixa intermediária (os chamados 3 e 4 estrelas).
Porém, considerando-se ainda as ações do governo, espera-se que alguma luz se derrame sobre as cabeças pensantes e possa, no mínimo agregar esforços comuns para combinar crescimento do agronegócio e do turismo, destinando recursos e investimentos em infra-estrutura para o acesso às regiões centrais do país, pouco exploradas em seus potenciais turísticos e de escoamento da safra de grãos. Este parece ser um dos caminhos para o crescimento sustentável e alinhado com os produtos que o país escolheu para a base de sua estratégia de desenvolvimento. E mantendo o foco em crescimento, é preciso ter em mente que, diante da Deliberação Normativa 433 que estabelece a regulamentação dos meios de hospedagem, os investimentos ganham uma nova complexidade, sendo que os consultores da área terão que encontrar caminhos mais elegantes para orientar seus clientes-investidores além das obscuras brechas da legislação e o governo novos argumentos para restabelecer o equilíbrio do mercado hoteleiro e opções mais adequadas de linhas de financiamento.
Sob o aspecto do turismo interno, o aumento modesto da renda per capita, corrobora a a hipótese que hospedar-se em um hotel ainda continua sendo um artigo de acesso limitado e apenas cerca de 12% da população brasileira pode desfrutar deste luxo para gozar suas férias. Apesar desta limitação, novos hóspedes devem ingressar no mercado da hospedagem e as pousadas desenham-se como uma opção mais barata e com vantagens interessantes para classe média que emerge lá no fundo do túnel. Por isso, as pousadas devem continuar a crescer e a ampliar seus faturamentos, principalmente nos arredores das grandes cidades.
O ano de entra trará poucas novidades, sendo, em sua maior integridade, um período para colher os efeitos ainda não percebidos do crescimento de 2004. Se, aparentemente, isto parece pouco, deve-se considerar que esta perspectiva tranqüilizadora também abre espaço para os debates reais e efervescentes do setor, que ainda não foram tratados com devida atenção e maturidade.
Em resumo, a indústria da hospedagem, após mais de 20 anos poderá presenciar um Brasil que, em 2004, cresceu mais do que a média da economia mundial e possui indicadores bem otimistas para a sustentação deste resultado em 2005. Se o cenário não demonstra grandes riscos de ventos fortes, chuvas e trovoadas, também deve marcar a discussão das questões reais do setor. A primeira diz respeito ao sistema de classificação de hotéis que ainda não deslanchou. Poucos são os estabelecimentos que se enquadram às normas, tornando-se bem confortável a situação de se auto classificarem, oficialmente, como hotéis X, Y ou Z, o que não deixa claro para os consumidores a definição sobre o que está pagando e se estão contemplados todos os requisitos necessários, conforme a legislação. O segundo ponto diz respeito à isonomia entre os estabelecimentos hoteleiros e os condo-hotéis, cuja discussão transita nos porões dos lobs políticos, completamente afastada do cunho da legalidade e da maturidade que cercam os mercados efetivamente competitivos. E são questões importantíssimas, uma vez que os meios de hospedagem são parte integrante da engrenagem do turismo, que se tornou a nova menina dos olhos do governo.
Portanto, 2005 é quase tudo de bom! Se as premissas são agradáveis, em contrapartida é preciso aproveitar os bons ventos para se pensar profundamente nos rumos e estratégias da hotelaria nacional que perde seu espaço, ano a ano, para as redes estrangeiras e passar limpo, de vez, os aspectos legais que regem o setor. Não é possível que se atravesse mais um ano sem a definição de normalizações tão importantes que estabelecem as relações justas de mercado e do setor frente aos seus consumidores.
21/12/2004
Com tantos prognósticos receosos no início de 2004, não dá para a indústria da hospedagem brasileira reclamar do ano que passou. O crescimento do país aconteceu, apesar dos agouros e mandingas dos pessimistas de plantão. Os negócios movimentaram as feiras e eventos... o governo recuou na alíquota da COFINS dentro do setor hoteleiro... os turistas desembarcaram em nosso território. Além disto, a EMBRATUR, em um trabalho inédito, conseguiu captar grandes eventos internacionais que colocam o país, definitivamente, na rota do turismo de negócios a médio e longo prazo. Deixando o perfeccionismo de lado, até para os mais céticos é impossível negar que o governo fez a sua parte para tornar o turismo uma prioridade e a reboque deixou uma grande luz para a indústria da hospedagem. Agora é a vez de 2005; os bons ventos continuarão a soprar para o próximo ano?
Quando se fala de um país como o Brasil, cuja instabilidade política insiste em ser a rotina, é sempre difícil responder sobre as perspectivas de negócios; entretanto, percebendo-se os ventos, os navegadores diriam que existem boas notícias! Os fundamentos econômicos mantiveram sua regularidade, existe uma seriedade e austeridade fiscal, as tendências de crescimento estão claramente apontadas, o desemprego começa a dar sinais de queda e já não existem dúvidas, que juntamente com o agronegócio, o turismo é prioridade para o governo. Portanto, no momento, as ondas propiciam que a indústria da hospedagem se desenvolva, até de forma mais produtiva, quando comparada aos indicadores do ano que se esvai. Nada de grandes novidades sob o aspecto de investimentos. O boom e a euforia dos anos 90 não deve se repetir. O que estava projetado como investimento até 2007 apenas ganha maior motivação por parte dos empresários, mas não se altera, significativamente, para os próximos anos. Por outro lado, o que de fato irá acontecer é que os meios de hospedagem, para o próximo ano, terão uma maior rentabilidade e suas taxas de ocupações deverão exibir números mais confortáveis aos olhos de seus acionistas, principalmente para os hotéis que se localizam na faixa intermediária (os chamados 3 e 4 estrelas).
Porém, considerando-se ainda as ações do governo, espera-se que alguma luz se derrame sobre as cabeças pensantes e possa, no mínimo agregar esforços comuns para combinar crescimento do agronegócio e do turismo, destinando recursos e investimentos em infra-estrutura para o acesso às regiões centrais do país, pouco exploradas em seus potenciais turísticos e de escoamento da safra de grãos. Este parece ser um dos caminhos para o crescimento sustentável e alinhado com os produtos que o país escolheu para a base de sua estratégia de desenvolvimento. E mantendo o foco em crescimento, é preciso ter em mente que, diante da Deliberação Normativa 433 que estabelece a regulamentação dos meios de hospedagem, os investimentos ganham uma nova complexidade, sendo que os consultores da área terão que encontrar caminhos mais elegantes para orientar seus clientes-investidores além das obscuras brechas da legislação e o governo novos argumentos para restabelecer o equilíbrio do mercado hoteleiro e opções mais adequadas de linhas de financiamento.
Sob o aspecto do turismo interno, o aumento modesto da renda per capita, corrobora a a hipótese que hospedar-se em um hotel ainda continua sendo um artigo de acesso limitado e apenas cerca de 12% da população brasileira pode desfrutar deste luxo para gozar suas férias. Apesar desta limitação, novos hóspedes devem ingressar no mercado da hospedagem e as pousadas desenham-se como uma opção mais barata e com vantagens interessantes para classe média que emerge lá no fundo do túnel. Por isso, as pousadas devem continuar a crescer e a ampliar seus faturamentos, principalmente nos arredores das grandes cidades.
O ano de entra trará poucas novidades, sendo, em sua maior integridade, um período para colher os efeitos ainda não percebidos do crescimento de 2004. Se, aparentemente, isto parece pouco, deve-se considerar que esta perspectiva tranqüilizadora também abre espaço para os debates reais e efervescentes do setor, que ainda não foram tratados com devida atenção e maturidade.
Em resumo, a indústria da hospedagem, após mais de 20 anos poderá presenciar um Brasil que, em 2004, cresceu mais do que a média da economia mundial e possui indicadores bem otimistas para a sustentação deste resultado em 2005. Se o cenário não demonstra grandes riscos de ventos fortes, chuvas e trovoadas, também deve marcar a discussão das questões reais do setor. A primeira diz respeito ao sistema de classificação de hotéis que ainda não deslanchou. Poucos são os estabelecimentos que se enquadram às normas, tornando-se bem confortável a situação de se auto classificarem, oficialmente, como hotéis X, Y ou Z, o que não deixa claro para os consumidores a definição sobre o que está pagando e se estão contemplados todos os requisitos necessários, conforme a legislação. O segundo ponto diz respeito à isonomia entre os estabelecimentos hoteleiros e os condo-hotéis, cuja discussão transita nos porões dos lobs políticos, completamente afastada do cunho da legalidade e da maturidade que cercam os mercados efetivamente competitivos. E são questões importantíssimas, uma vez que os meios de hospedagem são parte integrante da engrenagem do turismo, que se tornou a nova menina dos olhos do governo.
Portanto, 2005 é quase tudo de bom! Se as premissas são agradáveis, em contrapartida é preciso aproveitar os bons ventos para se pensar profundamente nos rumos e estratégias da hotelaria nacional que perde seu espaço, ano a ano, para as redes estrangeiras e passar limpo, de vez, os aspectos legais que regem o setor. Não é possível que se atravesse mais um ano sem a definição de normalizações tão importantes que estabelecem as relações justas de mercado e do setor frente aos seus consumidores.
Ministro do Turismo e membros do Conselho Nacional de Turismo participarão da cerimônia de posse da Nova diretoria da ABIH Nacional
Ministro do Turismo e membros do Conselho Nacional de Turismo participarão da cerimônia de posse da Nova diretoria da ABIH Nacional
03/12/2004
Juntos, os 34 hoteleiros que compõem a diretoria eleita, administram um patrimônio de US$ 500 milhões de dólares. A cerimônia de posse acontece, dia 2, no Salão Gregório de Mattos, no Hotel Pestana Bahia, em Salvador. Em seguida haverá um coquetel na Praça Luiz de Camões, anexa ao salão. O Ministro do Turismo e membros do Conselho Nacional de Turismo estarão presentes.
O novo presidente da ABIH Nacional- Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, Eraldo Alves da Cruz, e sua diretoria, tomam posse amanhã dia 2 de dezembro,às 19 hs, com presença do Ministro do Ministro Walfrido dos Mares Guia e dos membros do Conselho Nacional de Turismo. A solenidade será conduzida pelo atual presidente Luiz Carlos Nunes, e terá como cenário o Pestana Bahia Hotel, em Salvador, na Bahia.
Clique em leia mais.:. e confira o conteúdo desta matéria
No dia 3, Nunes e sua diretoria promoverão a reunião de prestação de contas, à realizar-se no Catussaba Hotel , que também será o cenário do jantar de confraternização de encerramento das atividades da atual gestão. “Queremos celebrar com muita alegria estes dois anos e sete meses de estreita convivência e realizações em prol de nossa entidade”, declara Nunes que permanecerá na atual diretoria, respondendo pela Diretoria Técnica do IBH- Instituto Brasileiro de Hospedagem.
A FORÇA DA NOVA DIRETORIA NA ECONOMIA NACIONAL
A ABIH Nacional, hoje com 68 anos, foi fundada em no dia 09 de novembro de 1936, no Estado do Rio de Janeiro, por setenta hoteleiros, que muito contribuíram para o desenvolvimento do turismo brasileiro.
Neste período 16 presidentes passaram pela entidade. Entre eles destacam-se nomes como o de Hércules da Silva Ribas, Adalberto Ferreira do Valle, Corintho de Arruda Falcão, Emílio Lourenço de Souza, Eduardo Tapajós, Márcio de Mello Franco, e mais recente Cícero Sena (Bahia); Alfredo Lopes (RJ)Herculano Iglesias (Paraná - duas gestões) e o atual Luiz Carlos Nunes, que será substituído por Eraldo Alves da Cruz (DF).
A ABIH Nacional possui cerca de 2000 hotéis associados que juntos disponibilizam 130 mil apartamentos, estando presentes em mais de 350 das principais cidades brasileiras.
A Diretoria que tomará posse hoje , através da chapa Consolidação, é formada por 34 hoteleiros que administram 114 hotéis, com 14.128 apartamentos, que tem 35.320 leitos, com 10.735 funcionários. Estes 34 hoteleiros são de 14 Estados Brasileiros com hotéis em 40 cidades, das quais 17 capitais e 23 municípios, além de 12 hotéis em 04 países: Argentina, Portugal, Peru e França. Dos 114 hotéis administrados, 61 são de Rede genuinamente Brasileira e 53 da Hotelaria Independente. “ Juntos, administramos um patrimônio estimado em UU$ 500 milhões de dólares “, enfatiza Eraldo.
As metas e planos da nova diretoria vêm de encontro com o progresso e desenvolvimento do turismo brasileiro. “Não envidaremos esforços para proporcionarmos ao nosso país, maiores e melhores oportunidades de trabalho”, garante Eraldo.
A posse da nossa Diretoria dar-se-á, logo após o término da Reunião do Conselho Nacional de Turismo, no Pestana Bahia Hotel . A cerimônia será realizada na capital baiana em razão da oportunidade de congraçamento com todo o trade turístico brasileiro, que estará presente para a Reunião da CNTUR e do Fórum.
O empresário Eraldo Alves Cruz, construiu uma carreira Hoteleira no Eron Brasília Hotel nos últimos 30 anos no Distrito Federal, onde ele orgulha-se de haver sido reconhecido com o título de Cidadão Honorário de Brasília. “A hotelaria nacional, nossos associados e todos aqueles que acreditaram em nossa proposta, podem estar certos de que tudo farei para representar bem o nome do nosso país e de Brasília, até porque uma de nossas ações será a transferência da nossa Sede da ABIH no Rio de Janeiro para o Distrito Federal”, finaliza.
03/12/2004
Juntos, os 34 hoteleiros que compõem a diretoria eleita, administram um patrimônio de US$ 500 milhões de dólares. A cerimônia de posse acontece, dia 2, no Salão Gregório de Mattos, no Hotel Pestana Bahia, em Salvador. Em seguida haverá um coquetel na Praça Luiz de Camões, anexa ao salão. O Ministro do Turismo e membros do Conselho Nacional de Turismo estarão presentes.
O novo presidente da ABIH Nacional- Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, Eraldo Alves da Cruz, e sua diretoria, tomam posse amanhã dia 2 de dezembro,às 19 hs, com presença do Ministro do Ministro Walfrido dos Mares Guia e dos membros do Conselho Nacional de Turismo. A solenidade será conduzida pelo atual presidente Luiz Carlos Nunes, e terá como cenário o Pestana Bahia Hotel, em Salvador, na Bahia.
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No dia 3, Nunes e sua diretoria promoverão a reunião de prestação de contas, à realizar-se no Catussaba Hotel , que também será o cenário do jantar de confraternização de encerramento das atividades da atual gestão. “Queremos celebrar com muita alegria estes dois anos e sete meses de estreita convivência e realizações em prol de nossa entidade”, declara Nunes que permanecerá na atual diretoria, respondendo pela Diretoria Técnica do IBH- Instituto Brasileiro de Hospedagem.
A FORÇA DA NOVA DIRETORIA NA ECONOMIA NACIONAL
A ABIH Nacional, hoje com 68 anos, foi fundada em no dia 09 de novembro de 1936, no Estado do Rio de Janeiro, por setenta hoteleiros, que muito contribuíram para o desenvolvimento do turismo brasileiro.
Neste período 16 presidentes passaram pela entidade. Entre eles destacam-se nomes como o de Hércules da Silva Ribas, Adalberto Ferreira do Valle, Corintho de Arruda Falcão, Emílio Lourenço de Souza, Eduardo Tapajós, Márcio de Mello Franco, e mais recente Cícero Sena (Bahia); Alfredo Lopes (RJ)Herculano Iglesias (Paraná - duas gestões) e o atual Luiz Carlos Nunes, que será substituído por Eraldo Alves da Cruz (DF).
A ABIH Nacional possui cerca de 2000 hotéis associados que juntos disponibilizam 130 mil apartamentos, estando presentes em mais de 350 das principais cidades brasileiras.
A Diretoria que tomará posse hoje , através da chapa Consolidação, é formada por 34 hoteleiros que administram 114 hotéis, com 14.128 apartamentos, que tem 35.320 leitos, com 10.735 funcionários. Estes 34 hoteleiros são de 14 Estados Brasileiros com hotéis em 40 cidades, das quais 17 capitais e 23 municípios, além de 12 hotéis em 04 países: Argentina, Portugal, Peru e França. Dos 114 hotéis administrados, 61 são de Rede genuinamente Brasileira e 53 da Hotelaria Independente. “ Juntos, administramos um patrimônio estimado em UU$ 500 milhões de dólares “, enfatiza Eraldo.
As metas e planos da nova diretoria vêm de encontro com o progresso e desenvolvimento do turismo brasileiro. “Não envidaremos esforços para proporcionarmos ao nosso país, maiores e melhores oportunidades de trabalho”, garante Eraldo.
A posse da nossa Diretoria dar-se-á, logo após o término da Reunião do Conselho Nacional de Turismo, no Pestana Bahia Hotel . A cerimônia será realizada na capital baiana em razão da oportunidade de congraçamento com todo o trade turístico brasileiro, que estará presente para a Reunião da CNTUR e do Fórum.
O empresário Eraldo Alves Cruz, construiu uma carreira Hoteleira no Eron Brasília Hotel nos últimos 30 anos no Distrito Federal, onde ele orgulha-se de haver sido reconhecido com o título de Cidadão Honorário de Brasília. “A hotelaria nacional, nossos associados e todos aqueles que acreditaram em nossa proposta, podem estar certos de que tudo farei para representar bem o nome do nosso país e de Brasília, até porque uma de nossas ações será a transferência da nossa Sede da ABIH no Rio de Janeiro para o Distrito Federal”, finaliza.
Programa de fidelização garante boa taxa de ocupação em hotéis de Curitiba
Programa de fidelização garante boa taxa de ocupação em hotéis de Curitiba
02/12/2004
A Capital paranaense recebeu nos últimos anos muitos investimentos no setor hoteleiro. Essa grande oferta culminou em baixas taxas de ocupação durante alguns períodos do ano, fazendo com que muitos hotéis da cidade trabalhassem com ocupação inferior a 45%, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Paraná (ABIH-PR).
Na busca de fugir dessa realidade e garantir as melhores taxas de ocupação em Curitiba, a Bristol Hotéis & Resort, maior rede hoteleira do Paraná (com oito unidades na Capital), criou várias estratégias promocionais para se fortalecer perante o mercado e atrair ainda mais novos clientes. Desta necessidade nasceu em 2002 o programa de recompensa “Price Free”, que comemora mais de 4000 mil membros, sendo o triplo previsto pela administração da Rede.
Através do Price Free, o hóspede possui um conjunto de vantagens exclusivas sem ter que pagar a mais por isso. Para cada real gasto em qualquer hotel da Rede, o membro acumula pontos que podem ser trocados por diárias gratuitas, além de concorrer em sorteios especiais, pacotes completos de final de ano e datas especiais. Através do site da Bristol Hotéis & Resorts é possível verificar a tabela de preços para ver quantos pontos cada hotel exige, para que se possa usufruir dos benefícios. Outras vantagens do Price Free estão relacionadas a entrada e saída antes do horário permitido, uso gratuito de business center, preferência na lista de espera quando acontece over book.
“Esta iniciativa visa criar fidelidade para que nosso cliente use freqüentemente nossos hotéis, e eventualmente até use mais, inclusive deixando de freqüentar os hotéis concorrentes, em razão dos prêmios”.- explica Sheila Alves, gerente de marketing da Rede, que ainda completa - “As empresas em geral criam programas de fidelidade para estabelecer um canal de comunicação direta com seus clientes, e para que isso funcione é preciso oferecer algo a mais, que realmente diferencie a empresa das outras”. A expansão do programa prevê a associação de outros parceiros, como locadoras e comércio de bens e serviços, sempre visando aumentar a fidelidade do grupo de clientes aos produtos da Bristol.
Com o cliente satisfeito, quem comemora os resultados é a administração da Rede que fecha o segundo semestre deste ano com uma média de taxa de ocupação, em Curitiba, superior a 75%, comprovando que qualidade, tradição, bom atendimento e benefícios aos clientes são a garantia de sucesso. Para participar do programa de recompensa basta preencher a ficha em uma das unidades da Rede e entregá-la ao recepcionista. O cartão Price Free é entregue em até trinta dias e, a partir disso, o membro já poderá usufruir os benefícios de “não pagar por ser especial”.
Hotelaria em Curitiba
Uma pesquisa realizada pelo Sindicato de Hotéis Restaurantes, Bares e Similares de Curitiba (Sindotel-Ctba) constatou a inauguração de 13 novos hotéis durante o período de 2004 e 2005. Esses novos empreendimentos geraram um investimento aproximado de R$ 101,60 milhões. São 1418 apartamentos a mais na Capital paranaense, que equivalem a 3000 leitos. Dos novos hotéis 8 possuem bandeira e 5 são empreendimentos particulares.
Ano 2002 – 14.993 leitos
Anos 2003/2004 – 16.598 leitos
Ano 1999 – 102 hotéis e flats em Curitiba e RMC
Ano 2004 – 149 hotéis e flats em Curitiba e RMC
Taxa de ocupação média dos últimos seis meses – 50%
Eventos
A região Sul movimenta 25% o mercado de eventos no Brasil, estimado em R$ 37 bilhões. Do total de 345 mil eventos realizados por ano no País. Calcula-se que 20% ou 65 mil ocorram no sul.
A intenção é tornar Curitiba em um pólo de atração dessas atividades, e é para isso que existe o Curitiba Convention & Visitors Bureau(CCVB), que desde sua constituição há 3 anos está ajudando aumentar a participação do Paraná na receita de eventos realizados no Brasil. De acordo com a entidade 2004 deve fechar com uma arrecadação de aproximadamente 103 milhões para o setor, valor 5,5% maior que registrado em 2003.
Atrativos não faltam para justificar a expectativa de crescimento do segmento em Curitiba. Uma delas é a atuação do CCVB desde 2001 vindo contribuir para a captação, geração e promoção de eventos na capital paranaense. A entidade também auxilia no planejamento estratégico e na dinamização dos negócios de seus mantenedores (hotéis, restaurantes, empresas de organização de eventos e viagens, etc).
02/12/2004
A Capital paranaense recebeu nos últimos anos muitos investimentos no setor hoteleiro. Essa grande oferta culminou em baixas taxas de ocupação durante alguns períodos do ano, fazendo com que muitos hotéis da cidade trabalhassem com ocupação inferior a 45%, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Paraná (ABIH-PR).
Na busca de fugir dessa realidade e garantir as melhores taxas de ocupação em Curitiba, a Bristol Hotéis & Resort, maior rede hoteleira do Paraná (com oito unidades na Capital), criou várias estratégias promocionais para se fortalecer perante o mercado e atrair ainda mais novos clientes. Desta necessidade nasceu em 2002 o programa de recompensa “Price Free”, que comemora mais de 4000 mil membros, sendo o triplo previsto pela administração da Rede.
Através do Price Free, o hóspede possui um conjunto de vantagens exclusivas sem ter que pagar a mais por isso. Para cada real gasto em qualquer hotel da Rede, o membro acumula pontos que podem ser trocados por diárias gratuitas, além de concorrer em sorteios especiais, pacotes completos de final de ano e datas especiais. Através do site da Bristol Hotéis & Resorts é possível verificar a tabela de preços para ver quantos pontos cada hotel exige, para que se possa usufruir dos benefícios. Outras vantagens do Price Free estão relacionadas a entrada e saída antes do horário permitido, uso gratuito de business center, preferência na lista de espera quando acontece over book.
“Esta iniciativa visa criar fidelidade para que nosso cliente use freqüentemente nossos hotéis, e eventualmente até use mais, inclusive deixando de freqüentar os hotéis concorrentes, em razão dos prêmios”.- explica Sheila Alves, gerente de marketing da Rede, que ainda completa - “As empresas em geral criam programas de fidelidade para estabelecer um canal de comunicação direta com seus clientes, e para que isso funcione é preciso oferecer algo a mais, que realmente diferencie a empresa das outras”. A expansão do programa prevê a associação de outros parceiros, como locadoras e comércio de bens e serviços, sempre visando aumentar a fidelidade do grupo de clientes aos produtos da Bristol.
Com o cliente satisfeito, quem comemora os resultados é a administração da Rede que fecha o segundo semestre deste ano com uma média de taxa de ocupação, em Curitiba, superior a 75%, comprovando que qualidade, tradição, bom atendimento e benefícios aos clientes são a garantia de sucesso. Para participar do programa de recompensa basta preencher a ficha em uma das unidades da Rede e entregá-la ao recepcionista. O cartão Price Free é entregue em até trinta dias e, a partir disso, o membro já poderá usufruir os benefícios de “não pagar por ser especial”.
Hotelaria em Curitiba
Uma pesquisa realizada pelo Sindicato de Hotéis Restaurantes, Bares e Similares de Curitiba (Sindotel-Ctba) constatou a inauguração de 13 novos hotéis durante o período de 2004 e 2005. Esses novos empreendimentos geraram um investimento aproximado de R$ 101,60 milhões. São 1418 apartamentos a mais na Capital paranaense, que equivalem a 3000 leitos. Dos novos hotéis 8 possuem bandeira e 5 são empreendimentos particulares.
Ano 2002 – 14.993 leitos
Anos 2003/2004 – 16.598 leitos
Ano 1999 – 102 hotéis e flats em Curitiba e RMC
Ano 2004 – 149 hotéis e flats em Curitiba e RMC
Taxa de ocupação média dos últimos seis meses – 50%
Eventos
A região Sul movimenta 25% o mercado de eventos no Brasil, estimado em R$ 37 bilhões. Do total de 345 mil eventos realizados por ano no País. Calcula-se que 20% ou 65 mil ocorram no sul.
A intenção é tornar Curitiba em um pólo de atração dessas atividades, e é para isso que existe o Curitiba Convention & Visitors Bureau(CCVB), que desde sua constituição há 3 anos está ajudando aumentar a participação do Paraná na receita de eventos realizados no Brasil. De acordo com a entidade 2004 deve fechar com uma arrecadação de aproximadamente 103 milhões para o setor, valor 5,5% maior que registrado em 2003.
Atrativos não faltam para justificar a expectativa de crescimento do segmento em Curitiba. Uma delas é a atuação do CCVB desde 2001 vindo contribuir para a captação, geração e promoção de eventos na capital paranaense. A entidade também auxilia no planejamento estratégico e na dinamização dos negócios de seus mantenedores (hotéis, restaurantes, empresas de organização de eventos e viagens, etc).
FOHB DISPONIBILIZA CERCA DE 300 VAGAS DE ESTÁGIOS PARA ESTUDANTES DE HOTELARIA E TURISMO NO PAÍS
FOHB DISPONIBILIZA CERCA DE 300 VAGAS DE ESTÁGIOS PARA ESTUDANTES DE HOTELARIA E TURISMO NO PAÍS
01/12/2004
O FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil) vai oferecer, no inicio do próximo ano, um total de 273 vagas de estágios para estudantes de hotelaria e turismo em suas redes hoteleiras associadas, através do seu "Programa de Estágios Unificados". A perspectiva é que estas vagas cheguem a 500 em menos de dois anos. O número de cidades participantes, que é de cinco nesta primeiro fase, também deve ser multiplicado.
Criado há pouco mais de um ano, o FOHB, que reúne 17 das maiores operadoras brasileiras e internacionais presentes no País, tem como objetivo promover os interesses das redes hoteleiras, de seus investidores, dos hóspedes e dos profissionais que nelas trabalham. A cooperação com escolas e faculdades de hotelaria em programas de estágios e outras atividades que aproximem o universo corporativo do setor educacional faz parte dos planos de atuação do FOHB desde sua criação.
Neste diapasão, foi criado o "Programa de Estágios Unificados" da entidade que conta com a participação atuante do grupo de Recursos Humanos e Relacionamento com Universidades formado por Dináurea Cheffins, Vice-Presidente de Recursos Humanos da Atlântica Hotels, Carlos Fabbris, Diretor de Recursos Humanos do Grupo Posadas, Mauro Kaluf, Diretor de Operações da Hotelaria Brasil e de Sálvio Cristófaro, Diretor de Recursos Humanos da Accor Hotels. "Criamos um projeto para agregar valor tanto às instituições de ensino quanto às redes hoteleiras, buscando uma sinergia nas ações", afirma Dináurea Cheffins da Atlântica Hotels.
Sálvio Cristófaro, da Accor Hotels acredita que o programa é importante para todos os envolvidos. "As escolas vão ter elementos para uma maior adequação de seus currículos às necessidades operacionais da indústria hoteleira; os alunos ganham com a prática profissional e as redes hoteleiras com a melhor qualificação da mão-de-obra", diz. Mauro Kaluf da Hotelaria Brasil observa que o programa vai ainda trazer benefícios para os funcionários regulares da rede hoteleira que estejam estudando ou pretendam voltar a estudar já que a contrapartida das escolas será oferecer, para eles, descontos nas anuidades. "Na verdade estamos criando o que eu chamo e um "circulo virtuoso" em torno da difícil busca pelo emprego, através da participação de todos os envolvidos", diz Kaluf.
As 273 vagas foram disponibilizadas pelas 17 redes hoteleiras associadas. Para o "projeto piloto" foram selecionadas cinco cidades: Vitoria, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Podem participar escolas com cursos de turismo ou hotelaria reconhecidos pelo MEC há pelo menos 5 anos.
Toda comunicação do programa de estágios será feira através do site da FOHB (www.fohb.com.br). É lá que as instituições de ensino interessadas podem se inscrever. E é lá que os alunos selecionados nas escolas terão informações sobre as redes hoteleiras para selecionar suas áreas de interesse.
O estágio terá uma supervisão rigorosa: o FOHB irá sugerir às redes hoteleiras envolvidas que cada estagiário terá um "tutor" ou "padrinho" da específica rede onde for estagiar e as avaliações serão freqüentes. O estágio será dividido em duas etapas: 60% dele será vocacional, ou seja, voltado para a função em que o aluno deseja trabalhar depois de formado, e 40% rotativo para que ele tenha uma visão de conjunto das múltiplas atividades de um hotel. A renumeração será de um salário mínimo e a duração do estágio dependerá da escola já que elas tem carga horária diferente para estágios, normalmente variando entre 250 e 350 horas. Ao se inscrever o aluno deve fazer opção por duas marcas hoteleiras, na ordem de sua preferência e desde que tenham hotéis na cidade onde mora o aluno.
Carlos Fabbros do Grupo Posadas explica que o projeto resguarda os programas de estágio pré-existentes de cada rede associada. "Nossa intenção é somar", afirma. Numa terceira fase o projeto terá também um lado social para atender jovens de baixa renda que tenham o segundo grau completo. "Vamos trabalhar junto com outros programas sociais com cursos profissionalizantes de copeiros, camareiras, etc", explica Fabbres.
01/12/2004
O FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil) vai oferecer, no inicio do próximo ano, um total de 273 vagas de estágios para estudantes de hotelaria e turismo em suas redes hoteleiras associadas, através do seu "Programa de Estágios Unificados". A perspectiva é que estas vagas cheguem a 500 em menos de dois anos. O número de cidades participantes, que é de cinco nesta primeiro fase, também deve ser multiplicado.
Criado há pouco mais de um ano, o FOHB, que reúne 17 das maiores operadoras brasileiras e internacionais presentes no País, tem como objetivo promover os interesses das redes hoteleiras, de seus investidores, dos hóspedes e dos profissionais que nelas trabalham. A cooperação com escolas e faculdades de hotelaria em programas de estágios e outras atividades que aproximem o universo corporativo do setor educacional faz parte dos planos de atuação do FOHB desde sua criação.
Neste diapasão, foi criado o "Programa de Estágios Unificados" da entidade que conta com a participação atuante do grupo de Recursos Humanos e Relacionamento com Universidades formado por Dináurea Cheffins, Vice-Presidente de Recursos Humanos da Atlântica Hotels, Carlos Fabbris, Diretor de Recursos Humanos do Grupo Posadas, Mauro Kaluf, Diretor de Operações da Hotelaria Brasil e de Sálvio Cristófaro, Diretor de Recursos Humanos da Accor Hotels. "Criamos um projeto para agregar valor tanto às instituições de ensino quanto às redes hoteleiras, buscando uma sinergia nas ações", afirma Dináurea Cheffins da Atlântica Hotels.
Sálvio Cristófaro, da Accor Hotels acredita que o programa é importante para todos os envolvidos. "As escolas vão ter elementos para uma maior adequação de seus currículos às necessidades operacionais da indústria hoteleira; os alunos ganham com a prática profissional e as redes hoteleiras com a melhor qualificação da mão-de-obra", diz. Mauro Kaluf da Hotelaria Brasil observa que o programa vai ainda trazer benefícios para os funcionários regulares da rede hoteleira que estejam estudando ou pretendam voltar a estudar já que a contrapartida das escolas será oferecer, para eles, descontos nas anuidades. "Na verdade estamos criando o que eu chamo e um "circulo virtuoso" em torno da difícil busca pelo emprego, através da participação de todos os envolvidos", diz Kaluf.
As 273 vagas foram disponibilizadas pelas 17 redes hoteleiras associadas. Para o "projeto piloto" foram selecionadas cinco cidades: Vitoria, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Podem participar escolas com cursos de turismo ou hotelaria reconhecidos pelo MEC há pelo menos 5 anos.
Toda comunicação do programa de estágios será feira através do site da FOHB (www.fohb.com.br). É lá que as instituições de ensino interessadas podem se inscrever. E é lá que os alunos selecionados nas escolas terão informações sobre as redes hoteleiras para selecionar suas áreas de interesse.
O estágio terá uma supervisão rigorosa: o FOHB irá sugerir às redes hoteleiras envolvidas que cada estagiário terá um "tutor" ou "padrinho" da específica rede onde for estagiar e as avaliações serão freqüentes. O estágio será dividido em duas etapas: 60% dele será vocacional, ou seja, voltado para a função em que o aluno deseja trabalhar depois de formado, e 40% rotativo para que ele tenha uma visão de conjunto das múltiplas atividades de um hotel. A renumeração será de um salário mínimo e a duração do estágio dependerá da escola já que elas tem carga horária diferente para estágios, normalmente variando entre 250 e 350 horas. Ao se inscrever o aluno deve fazer opção por duas marcas hoteleiras, na ordem de sua preferência e desde que tenham hotéis na cidade onde mora o aluno.
Carlos Fabbros do Grupo Posadas explica que o projeto resguarda os programas de estágio pré-existentes de cada rede associada. "Nossa intenção é somar", afirma. Numa terceira fase o projeto terá também um lado social para atender jovens de baixa renda que tenham o segundo grau completo. "Vamos trabalhar junto com outros programas sociais com cursos profissionalizantes de copeiros, camareiras, etc", explica Fabbres.
7ª Carta de Conjuntura" analisa investimentos no Brasil
7ª Carta de Conjuntura" analisa investimentos no Brasil
25/11/2003
A análise dos dados mais relevantes da indústria do turismo na primeira quinzena de dezembro já está disponível no Portal Brasileiro do Turismo (www.turismo.gov.br / www.embratur.gov.br), dentro da seção "Dados e Fatos". A "7ª Carta de Conjuntura Turística", produzida pela Diretoria de Estudos e Pesquisas da EMBRATUR (Instituto Brasileiro de Turismo), detecta intenção de investimentos no Brasil: cerca de R$ 1 bilhão em setor hoteleiro (somados o Grupo Accor e a Rede Blue Tree); aproximadamente US$ 50 milhões em equipamentos de lazer (somados Villa Trump Golf Club e Pão de Açúcar); R$ 2,5 milhões em infra-estrutura de eventos (somados Anhembi Turismo e Eventos da Cidade de São Paulo e Riocentro). Apenas no setor hoteleiro, o Grupo Accor – administrador das marcas Sofitel, Novotel, Mercure, Íbis, Parthenon e Formule 1 – prevê a inauguração de mais de 60 empreendimentos até 2005.
Com base no "Estudo da Demanda Turística Internacional 2002", o documento traz observações sobre os seis principais países europeus emissores de turistas ao Brasil, nesta ordem: Alemanha, França, Itália, Portugal, Inglaterra e Espanha. Eles representam 29,40% dos visitantes estrangeiros do país no ano passado.
O número médio anual de 1,4 milhão de turistas europeus pode crescer. A análise destaca que a EMBRATUR está montando nove Escritórios Brasileiros de Turismo (EBT’s) para promover o país no exterior. Seis deles são na Europa. "Em princípio, poderemos examinar o potencial de países como Holanda, Suíça, Suécia e Noruega", conta José Francisco de Salles Lopes, diretor de Estudos e Pesquisas do Instituto, analisando que outros países do continente podem se tornar fonte de turismo emissivo representativo para o Brasil.
Leia também: ABIH-PR fecha convênio com Petrobrás e expande os benefícios para Campos Gerais e Litoral clicando em leia mais.:.
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-PR) oficializou o convênio fechando com a Petrobrás para o fornecimento de gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para o setor hoteleiro. O acordo promete dar fôlego aos empresários, que com a queda do movimento estão buscando alternativas para não repassar aumento de custos aos consumidores.
Todas as categorias de flats e hotéis, independente do porte, de Curitiba, Região Metropolitana Campos Gerais e Litoral, poderão adquirir o gás a um custo mais acessível. Desde abril deste ano a ABIH-PR vem trabalhando para conseguir este benefício aos associados.
De acordo com a Petrobrás, em 2004 todo o Paraná se beneficiará com o convênio incluindo as regiões de Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá. Para o presidente da entidade, Hercílio Struck, esta iniciativa é muito importante porque comprova o comprometimento e a luta da ABIH para melhorias no setor.
25/11/2003
A análise dos dados mais relevantes da indústria do turismo na primeira quinzena de dezembro já está disponível no Portal Brasileiro do Turismo (www.turismo.gov.br / www.embratur.gov.br), dentro da seção "Dados e Fatos". A "7ª Carta de Conjuntura Turística", produzida pela Diretoria de Estudos e Pesquisas da EMBRATUR (Instituto Brasileiro de Turismo), detecta intenção de investimentos no Brasil: cerca de R$ 1 bilhão em setor hoteleiro (somados o Grupo Accor e a Rede Blue Tree); aproximadamente US$ 50 milhões em equipamentos de lazer (somados Villa Trump Golf Club e Pão de Açúcar); R$ 2,5 milhões em infra-estrutura de eventos (somados Anhembi Turismo e Eventos da Cidade de São Paulo e Riocentro). Apenas no setor hoteleiro, o Grupo Accor – administrador das marcas Sofitel, Novotel, Mercure, Íbis, Parthenon e Formule 1 – prevê a inauguração de mais de 60 empreendimentos até 2005.
Com base no "Estudo da Demanda Turística Internacional 2002", o documento traz observações sobre os seis principais países europeus emissores de turistas ao Brasil, nesta ordem: Alemanha, França, Itália, Portugal, Inglaterra e Espanha. Eles representam 29,40% dos visitantes estrangeiros do país no ano passado.
O número médio anual de 1,4 milhão de turistas europeus pode crescer. A análise destaca que a EMBRATUR está montando nove Escritórios Brasileiros de Turismo (EBT’s) para promover o país no exterior. Seis deles são na Europa. "Em princípio, poderemos examinar o potencial de países como Holanda, Suíça, Suécia e Noruega", conta José Francisco de Salles Lopes, diretor de Estudos e Pesquisas do Instituto, analisando que outros países do continente podem se tornar fonte de turismo emissivo representativo para o Brasil.
Leia também: ABIH-PR fecha convênio com Petrobrás e expande os benefícios para Campos Gerais e Litoral clicando em leia mais.:.
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-PR) oficializou o convênio fechando com a Petrobrás para o fornecimento de gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para o setor hoteleiro. O acordo promete dar fôlego aos empresários, que com a queda do movimento estão buscando alternativas para não repassar aumento de custos aos consumidores.
Todas as categorias de flats e hotéis, independente do porte, de Curitiba, Região Metropolitana Campos Gerais e Litoral, poderão adquirir o gás a um custo mais acessível. Desde abril deste ano a ABIH-PR vem trabalhando para conseguir este benefício aos associados.
De acordo com a Petrobrás, em 2004 todo o Paraná se beneficiará com o convênio incluindo as regiões de Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá. Para o presidente da entidade, Hercílio Struck, esta iniciativa é muito importante porque comprova o comprometimento e a luta da ABIH para melhorias no setor.
Emenda em Plenáरियो - menor alíquota de ICMS
Nova Emenda em Plenário - menor alíquota de ICMS
14/11/2003
A proposta de emenda para inclusão de refeição servida em restaurantes, bares e similares na menor alíquota de ICMS, pleiteada pela categoria a vários senadores, na reforma tributária, não conseguiu sua aprovação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
Hercílio Struck, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-PR) diz que a união da categoria é fundamental. "Todos os presidentes de Associações, de Sindicatos e empresários do setor devem se unir e conversar com os Senadores do seu Estado, para que os mesmos venham apoiar e votar em Plenário a favor da emenda", ressalta Struck. "A ABIH-PR já está tomando medidas pois possui um bom relacionamento com os nossos Senadores; M.D. Senador Flávio Arns, Senador Álvaro Dias, e o Senador Osmar Dias. Contando com o apoio do Governo", finaliza o presidente.
A melhor opção agora é apresentar uma nova emenda em Plenário, a fim de que fique permitida a manutenção dos incentivos e benefícios fiscais. Isso vale também para os regimes especiais de tributação, vinculados ao imposto, autorizados por convênio, e os autorizados, concedidos ou instituídos por Lei Decreto Estadual ou Distrital, destinados ao fornecimento de alimentação por estabelecimentos comerciais.
14/11/2003
A proposta de emenda para inclusão de refeição servida em restaurantes, bares e similares na menor alíquota de ICMS, pleiteada pela categoria a vários senadores, na reforma tributária, não conseguiu sua aprovação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
Hercílio Struck, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-PR) diz que a união da categoria é fundamental. "Todos os presidentes de Associações, de Sindicatos e empresários do setor devem se unir e conversar com os Senadores do seu Estado, para que os mesmos venham apoiar e votar em Plenário a favor da emenda", ressalta Struck. "A ABIH-PR já está tomando medidas pois possui um bom relacionamento com os nossos Senadores; M.D. Senador Flávio Arns, Senador Álvaro Dias, e o Senador Osmar Dias. Contando com o apoio do Governo", finaliza o presidente.
A melhor opção agora é apresentar uma nova emenda em Plenário, a fim de que fique permitida a manutenção dos incentivos e benefícios fiscais. Isso vale também para os regimes especiais de tributação, vinculados ao imposto, autorizados por convênio, e os autorizados, concedidos ou instituídos por Lei Decreto Estadual ou Distrital, destinados ao fornecimento de alimentação por estabelecimentos comerciais.
Hotel mais caro do mundo será construído em Marbella, Espanha
Hotel mais caro do mundo será construído em Marbella, Espanha
27/10/2003
Cerca de doze toneladas de ouro serão necessárias para cobrir o que será provavelmente o hotel mais caro e luxuoso do mundo, em Marbella, na Espanha, no qual seus exclusivos clientes poderão inclusive comer e se banhar nesse precioso metal.
"Paredes, chão, portas, móveis, árvores... tudo estará coberto de ouro para dar ao hotel um aspecto de sofisticação e de luxo único no mundo", asseguraram à EFE fontes da "Aurum XXIV", a empresa espanhola que desenvolverá a parte decorativa do projeto.
O hotel será uma réplica do edifício do Capitólio de Washington e abrirá suas portas no final de 2005 numa zona conhecida como "A Milha de Ouro" de Marbella, local onde se concentram alguns dos clubes de golfe e hotéis mais caros do país.
"O projeto está sendo desenvolvido com muita discrição e será apresentado publicamente nas próximas semanas", indicou à EFE María José Lucas Carbonell, do escritório de advocacia espanhol "De La Torre", responsável pelos trâmites administrativos.
A advogada assegurou que o estabelecimento está sendo amparado por um importante grupo hoteleiro internacional, cujo nome não quis revelar "para não prejudicar uma operação imobiliária sem precedentes na Espanha e que está a ponto de ser concluída", afirmou.
O novo hotel será construído numa área de 20.000 metros quadrados e sua estrutura coberta de ouro 24 quilates. Apenas o investimento neste metal superará os 150 milhões de dólares.
Os responsáveis da "Aurum XXIV" garantem que dispõem da tecnologia necessária para cobrir com lâminas de ouro todos os objetos do hotel, inclusive o helicóptero e as limusines que serão utilizadas pelos hóspedes para chegar às instalações.
A empresa trabalha há sete anos neste setor e realizou importantes trabalhos de decoração a base de ouro em países do Golfo Pérsico como Omã, Emirados Árabes e Arábia Saudita, especialmente para as Casas Reais destas nações, asseguraram as fontes.
No novo hotel de Marbella o dourado metal também será empregado na elaboração e adorno dos sofisticados pratos que serão servidos nos seus restaurantes, especialmente nas sobremesas, e dará cor também a diferentes licores.
Segundo os promotores da "Aurum XXIV", o ouro é um mineral que foi utilizado na antiguidade como fonte de vitaminas, medicamento e tratamento de beleza, por isso não é nenhuma novidade que hoje em dia seja empregado para confeccionar pratos de alta cozinha e bebidas.
Chafarizes, piscinas e cascatas de água tingidas com pó de ouro e linhas cosméticas fabricadas com o caro metal serão outros dos atrativos deste luxuoso hotel, que cobrará cerca de 6.000 dólares por noite.
Apesar de suas dimensões, o hotel terá apenas 41 suítes, mas atenderá clientes esporádicos que queiram desfrutar unicamente de seus bares, restaurantes, piscinas e salões de beleza.
Os quartos podem ter até 500 metros quadrados, como é o caso da suíte presidencial, pela qual se pagará 15.000 dólares por dia, enquanto que os convencionais terão em média 20 metros quadrados.
O hotel disporá também de um iate de quatro andares "sofisticado e luxoso, como o resto do estabelecimento e também laminado em ouro", segundo informaram os desenhistas.
Além disso, a cúpula central do hotel albergará um heliporto para receber os hóspedes que cheguem via aérea.
O futuro estabelecimento mais luxuoso do mundo não estará ao alcance de qualquer bolso, mas uma coisa é certa: oferecerá "férias douradas" àqueles que possam se permitir.
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
RANKING DO LUXO! CONFIRA O PREÇO DAS HOSPEDAGENS MAIS CARAS DO MUNDO
1 – The Martinez Hotel Suíte presidencial Cannes, França US$ 21,8 mil;
2 – President Wilson Hotel Suíte imperial Genebra, Suíça US$ 20 mil;
3 – The Plaza Hotel Suíte presidencial Nova York, Estados Unidos US$ 15 mil;
4 – The New York Palace Hotel Suíte triplex Nova York, Estados Unidos US$ 10 mil;
5 – Hotel Meurice Suíte Belle Etoile Paris, França US$ 9,2 mil;
6 – Burj Al Arab Suíte Royal Dubai, Emirados Árabes US$ 6,8 mil;
7 – The Lanesborough Suíte Royal Londres, Inglaterra US$ 5,9 mil;
8 – Hotel Ritz Suíte Coco Chanel Paris, França US$ 5,1 mil;
9 – The Península Suíte Península Hong Kong, China US$ 5 mil;
10 – Beverly Hills Hotel Suíte presidencial Los Angeles, Estados Unidos US$ 4,7 mil.
Isto É dinheiro
27/10/2003
Cerca de doze toneladas de ouro serão necessárias para cobrir o que será provavelmente o hotel mais caro e luxuoso do mundo, em Marbella, na Espanha, no qual seus exclusivos clientes poderão inclusive comer e se banhar nesse precioso metal.
"Paredes, chão, portas, móveis, árvores... tudo estará coberto de ouro para dar ao hotel um aspecto de sofisticação e de luxo único no mundo", asseguraram à EFE fontes da "Aurum XXIV", a empresa espanhola que desenvolverá a parte decorativa do projeto.
O hotel será uma réplica do edifício do Capitólio de Washington e abrirá suas portas no final de 2005 numa zona conhecida como "A Milha de Ouro" de Marbella, local onde se concentram alguns dos clubes de golfe e hotéis mais caros do país.
"O projeto está sendo desenvolvido com muita discrição e será apresentado publicamente nas próximas semanas", indicou à EFE María José Lucas Carbonell, do escritório de advocacia espanhol "De La Torre", responsável pelos trâmites administrativos.
A advogada assegurou que o estabelecimento está sendo amparado por um importante grupo hoteleiro internacional, cujo nome não quis revelar "para não prejudicar uma operação imobiliária sem precedentes na Espanha e que está a ponto de ser concluída", afirmou.
O novo hotel será construído numa área de 20.000 metros quadrados e sua estrutura coberta de ouro 24 quilates. Apenas o investimento neste metal superará os 150 milhões de dólares.
Os responsáveis da "Aurum XXIV" garantem que dispõem da tecnologia necessária para cobrir com lâminas de ouro todos os objetos do hotel, inclusive o helicóptero e as limusines que serão utilizadas pelos hóspedes para chegar às instalações.
A empresa trabalha há sete anos neste setor e realizou importantes trabalhos de decoração a base de ouro em países do Golfo Pérsico como Omã, Emirados Árabes e Arábia Saudita, especialmente para as Casas Reais destas nações, asseguraram as fontes.
No novo hotel de Marbella o dourado metal também será empregado na elaboração e adorno dos sofisticados pratos que serão servidos nos seus restaurantes, especialmente nas sobremesas, e dará cor também a diferentes licores.
Segundo os promotores da "Aurum XXIV", o ouro é um mineral que foi utilizado na antiguidade como fonte de vitaminas, medicamento e tratamento de beleza, por isso não é nenhuma novidade que hoje em dia seja empregado para confeccionar pratos de alta cozinha e bebidas.
Chafarizes, piscinas e cascatas de água tingidas com pó de ouro e linhas cosméticas fabricadas com o caro metal serão outros dos atrativos deste luxuoso hotel, que cobrará cerca de 6.000 dólares por noite.
Apesar de suas dimensões, o hotel terá apenas 41 suítes, mas atenderá clientes esporádicos que queiram desfrutar unicamente de seus bares, restaurantes, piscinas e salões de beleza.
Os quartos podem ter até 500 metros quadrados, como é o caso da suíte presidencial, pela qual se pagará 15.000 dólares por dia, enquanto que os convencionais terão em média 20 metros quadrados.
O hotel disporá também de um iate de quatro andares "sofisticado e luxoso, como o resto do estabelecimento e também laminado em ouro", segundo informaram os desenhistas.
Além disso, a cúpula central do hotel albergará um heliporto para receber os hóspedes que cheguem via aérea.
O futuro estabelecimento mais luxuoso do mundo não estará ao alcance de qualquer bolso, mas uma coisa é certa: oferecerá "férias douradas" àqueles que possam se permitir.
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RANKING DO LUXO! CONFIRA O PREÇO DAS HOSPEDAGENS MAIS CARAS DO MUNDO
1 – The Martinez Hotel Suíte presidencial Cannes, França US$ 21,8 mil;
2 – President Wilson Hotel Suíte imperial Genebra, Suíça US$ 20 mil;
3 – The Plaza Hotel Suíte presidencial Nova York, Estados Unidos US$ 15 mil;
4 – The New York Palace Hotel Suíte triplex Nova York, Estados Unidos US$ 10 mil;
5 – Hotel Meurice Suíte Belle Etoile Paris, França US$ 9,2 mil;
6 – Burj Al Arab Suíte Royal Dubai, Emirados Árabes US$ 6,8 mil;
7 – The Lanesborough Suíte Royal Londres, Inglaterra US$ 5,9 mil;
8 – Hotel Ritz Suíte Coco Chanel Paris, França US$ 5,1 mil;
9 – The Península Suíte Península Hong Kong, China US$ 5 mil;
10 – Beverly Hills Hotel Suíte presidencial Los Angeles, Estados Unidos US$ 4,7 mil.
Isto É dinheiro
ओफेर्ता मैओर कुए अ procura
Oferta maior que a procura
11/09/2003
Mais de 150 milhões estão sendo investidos na hotelaria curitibana. Entidades do setor alertam: "a cidade não comporta mais tanta oferta".
Curitiba tem atraído muitos investidores. Só no setor hoteleiro, 15 novos empreendimentos estão em andamento com previsão de conclusão até 2005, o que vem preocupando os empresários já estabelecidos na cidade. Atualmente existem 128 hotéis e flats em operação em Curitiba, esses hotéis nos últimos dois anos estão registrando taxas de ocupação em média inferior a 45%.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/PR), a oferta não está condizendo com a procura. Um estudo realizado pela entidade verificou que para a taxa de ocupação aumentar, Curitiba teria que ficar sem receber novos empreendimentos neste setor por cinco anos. Em contrapartida até 2005 serão mais 1800 apartamentos à disposição de hóspedes.
Exemplo da dificuldade que muitos hotéis independentes estão passando em Curitiba aconteceu com o tradicional Eduardo VII. Neste ano, o Hotel completaria 50 anos de atividade, antes que entrasse em falência fechou suas portas no último mês de junho.
Émerson Jabur, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Curitiba (Sindotel), afirma que a situação pode piorar se os investimentos continuarem sendo distribuídos em um mesmo setor. "Estamos verificando que os hotéis independentes da cidade, que não fazem parte das grandes redes, estão cada vez mais em situações muito difíceis, chegando até mesmo a fechar".
Em contrapartida, a criação de 15 novos hotéis em Curitiba está gerando uma expectativa em torno de novos empregos. Serão aproximadamente 500 novos postos de trabalhos diretos, além de centenas indiretos. Tanto a ABIH/PR quanto o Sindotel Curitiba, têm esperança que com a construção do Estação Convention Center (inauguração prevista para abril de 2004), e com a reforma do Expo Trade Pinhais, a cidade passe a receber mais eventos e congressos aumentando o número de visitantes e também a ocupação hoteleira.
ABIH-PR NA EQUIPOTEL
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Paraná estará levando uma comitiva de hoteleiros para a 41ª edição da Equipotel em São Paulo, maior evento de gastronomia e hospedagem da América Latina. Paralelo a Equipotel, que aguarda 55 mil visitantes, acontece o 45o Congresso Nacional da Indústria de Hotéis, com a expectativa de reunir cerca de mil congressistas. Hercílio Struck, presidente da ABIH-PR, diz que ambos os eventos são importantes para aproximar os empresários hoteleiros de seus clientes em potenciais como operadoras de turismo, agentes de viagem, organizadores de eventos, entre outros.
O evento acontece nos dias 23 a 26 de setembro. A ABIH-PR fechou um pacote especial para seus associados, os hoteleiros que ainda não confirmaram presença poderão entrar em contato com a direção da entidade pelo fone: (41) 224-2469. Falar com Franciele Manfroi.
O evento Hotel Show que acontece em abril de 2004, já estão sendo negociados os stands. Grande parte deles já vendidos. Não perca sua chance de estar neste evento que em 2003 movimentou mais de 7.000 pessoas do trade. Envie e-mail para abihpr@abihpr.com.br
11/09/2003
Mais de 150 milhões estão sendo investidos na hotelaria curitibana. Entidades do setor alertam: "a cidade não comporta mais tanta oferta".
Curitiba tem atraído muitos investidores. Só no setor hoteleiro, 15 novos empreendimentos estão em andamento com previsão de conclusão até 2005, o que vem preocupando os empresários já estabelecidos na cidade. Atualmente existem 128 hotéis e flats em operação em Curitiba, esses hotéis nos últimos dois anos estão registrando taxas de ocupação em média inferior a 45%.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/PR), a oferta não está condizendo com a procura. Um estudo realizado pela entidade verificou que para a taxa de ocupação aumentar, Curitiba teria que ficar sem receber novos empreendimentos neste setor por cinco anos. Em contrapartida até 2005 serão mais 1800 apartamentos à disposição de hóspedes.
Exemplo da dificuldade que muitos hotéis independentes estão passando em Curitiba aconteceu com o tradicional Eduardo VII. Neste ano, o Hotel completaria 50 anos de atividade, antes que entrasse em falência fechou suas portas no último mês de junho.
Émerson Jabur, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Curitiba (Sindotel), afirma que a situação pode piorar se os investimentos continuarem sendo distribuídos em um mesmo setor. "Estamos verificando que os hotéis independentes da cidade, que não fazem parte das grandes redes, estão cada vez mais em situações muito difíceis, chegando até mesmo a fechar".
Em contrapartida, a criação de 15 novos hotéis em Curitiba está gerando uma expectativa em torno de novos empregos. Serão aproximadamente 500 novos postos de trabalhos diretos, além de centenas indiretos. Tanto a ABIH/PR quanto o Sindotel Curitiba, têm esperança que com a construção do Estação Convention Center (inauguração prevista para abril de 2004), e com a reforma do Expo Trade Pinhais, a cidade passe a receber mais eventos e congressos aumentando o número de visitantes e também a ocupação hoteleira.
ABIH-PR NA EQUIPOTEL
A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Paraná estará levando uma comitiva de hoteleiros para a 41ª edição da Equipotel em São Paulo, maior evento de gastronomia e hospedagem da América Latina. Paralelo a Equipotel, que aguarda 55 mil visitantes, acontece o 45o Congresso Nacional da Indústria de Hotéis, com a expectativa de reunir cerca de mil congressistas. Hercílio Struck, presidente da ABIH-PR, diz que ambos os eventos são importantes para aproximar os empresários hoteleiros de seus clientes em potenciais como operadoras de turismo, agentes de viagem, organizadores de eventos, entre outros.
O evento acontece nos dias 23 a 26 de setembro. A ABIH-PR fechou um pacote especial para seus associados, os hoteleiros que ainda não confirmaram presença poderão entrar em contato com a direção da entidade pelo fone: (41) 224-2469. Falar com Franciele Manfroi.
O evento Hotel Show que acontece em abril de 2004, já estão sendo negociados os stands. Grande parte deles já vendidos. Não perca sua chance de estar neste evento que em 2003 movimentou mais de 7.000 pessoas do trade. Envie e-mail para abihpr@abihpr.com.br
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